Sem disparar um canhão
Sem disparar um tiro
Sem bombas nucleares
Sem aviões ou aviadores!
Sem mísseis transatlânticos
Sem navios ou portas aviões
Soldados ou generais
A guerra que mata milhões!
O nosso inimigo biológico
Que ataca silenciosamente
Em qualquer lugar que esteja
Jovens ou velhos!
Ataca por vias aéreas
Como mísseis invisíveis
Penetra em nossos corpos
Destrói células, tira o fôlego!
Há muita confusão
Ninguém sabe como neutralizá-lo
Ninguém sabe como vencê-lo
Ele é um inimigo terrível.
Ele vem destruindo empregos
Destruindo economias e países
Destruindo família e lares!
Ele é um inimigo invisível.
O momento não é de achar culpados
O momento não é de procurar razões
O momento é de reflexão
Sobre Deuses e pecados.
Cada um nos seus lares
Fugindo do inimigo cruel
Destino que vem do céu
Para destruir nossos lares.
Nessa guerra todos perdem
Governantes e governados
O presente e o passado
Corpos frágeis tombados!
Onde estão os nossos heróis
Solidados valentes
Generais e capitães
Onde estão todos?
Só vejo negociadores oportunistas
Esperando tudo acabar
Esperando os corpos perecerem
Para assumir as suas posições!
Todo fim tem um começo
Até onde eu conheço,
Deus já escreveu essa história
Não há heróis sem vitória.
A incerteza dos nossos dias
Deixa o povo mais cético
Não sabe em quem acreditar
Nos lobos ou nos cordeiros.
Há uma guerra silenciosa
Matando gente inocente
Ceifando nossos parentes
Que ninguém sabe como vencer
Somente a esperança vence
O resto fica eternamente no chão
Inerte, pesaroso, triste e cruel
No sepulcro as nossas vidas!
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